
FUGINDO
Sophie era muito esperta para sua idade, já sabia coisas de que ninguém poderia imaginar que ela soubesse e agora acabara de ficara sabendo que seus pais não morrem atropelados,mas ela ainda não estava satisfeita,ela queria realmente conhecer os pais,afinal ela ainda tinha essa esperança. Reencontrar os pais, nem que fosse pra ser no céu.
A manha toda a menina se comportou de uma maneira estranha, inquieta como se quisesse fazer algo mais que tinha alguma coisa impossibilitando. Depois do almoço a menina parecia um pouco mais calma mesmo assim aparentava nervosismo.
- O que lhe incomoda querida? – perguntou o avô enxugando os pratos
- Posso brincar com Alice, eu vou lá à casa dela. Posso? - disse Sophie
- Pode sim minha lindinha, mas olhe bem, cinco horas você já tem que estar de volta.
A menina saiu correndo pelo corredor ate seu quarto,lá ela ajoelhou-se na cama e orou:
- Papai do céu, peço que abençoe meu avô e que ele possa me perdoar pelo o que irei fazer hoje.Você já sentiu falta de alguém? Aposto que sim,bem eu sinto falta dos meus pais, e eu sei que eles estão vivos. Te amo muito amém.
A menina aparentando mais calma saiu de seu quarto passou pela cozinha deu um beijo e seu avô, e disse:
- Se cuida vovô,te amo muito e me perdoe por tudo.-disse a garota com uma voz meio de choro,apertou-se bem nos braços de seu avô, e saiu dando saltinho para a direção da sala, só ouviu seu avô gritando : -AS CINCO!
A garota saiu correndo depois de sair da vista de seu avô, passou pela sala e já estava ao lado de fora da casa,em um pleno gramado verde,lindo,com flores,arvores e pássaros.
Sophie era muito esperta para sua idade, já sabia coisas de que ninguém poderia imaginar que ela soubesse e agora acabara de ficara sabendo que seus pais não morrem atropelados,mas ela ainda não estava satisfeita,ela queria realmente conhecer os pais,afinal ela ainda tinha essa esperança. Reencontrar os pais, nem que fosse pra ser no céu.
A manha toda a menina se comportou de uma maneira estranha, inquieta como se quisesse fazer algo mais que tinha alguma coisa impossibilitando. Depois do almoço a menina parecia um pouco mais calma mesmo assim aparentava nervosismo.
- O que lhe incomoda querida? – perguntou o avô enxugando os pratos
- Posso brincar com Alice, eu vou lá à casa dela. Posso? - disse Sophie
- Pode sim minha lindinha, mas olhe bem, cinco horas você já tem que estar de volta.
A menina saiu correndo pelo corredor ate seu quarto,lá ela ajoelhou-se na cama e orou:
- Papai do céu, peço que abençoe meu avô e que ele possa me perdoar pelo o que irei fazer hoje.Você já sentiu falta de alguém? Aposto que sim,bem eu sinto falta dos meus pais, e eu sei que eles estão vivos. Te amo muito amém.
A menina aparentando mais calma saiu de seu quarto passou pela cozinha deu um beijo e seu avô, e disse:
- Se cuida vovô,te amo muito e me perdoe por tudo.-disse a garota com uma voz meio de choro,apertou-se bem nos braços de seu avô, e saiu dando saltinho para a direção da sala, só ouviu seu avô gritando : -AS CINCO!
A garota saiu correndo depois de sair da vista de seu avô, passou pela sala e já estava ao lado de fora da casa,em um pleno gramado verde,lindo,com flores,arvores e pássaros.
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