terça-feira, 29 de junho de 2010

Caro leitores do Blog, estamos passando por um momento de mudança do Blog, ele será reformulado, terá uma cara totalmente nova e conteudos também, Por isso estou demorando para postar a continuação de "Um Anjo Imperfeito" , comunico-os que em breve ela voltará a ser postada, desde já agradeço, André

quinta-feira, 3 de junho de 2010


(continuação)

- A que sentido? – perguntou o policial com meio tom na voz assustado.
- Isso mesmo que o senhor ouviu, a leste da minha fazenda. – disse o velho parecendo mas assustado do que ver um fantasma.
- A sua fazenda senhor Madison fica próxima a uma fabrica abandonada de produtos cirúrgicos? - indagou o policial
- Sim, mas o senh... - Fred foi interrompido pelo policial
- Mandaremos uma unidade para ai o mas rápido possível- e desligou o telefone, sem que outras perguntas pudessem ser feitas.
As pessoas que estavam na casa de Fred ficaram preocupadas com a reação dele ao telefone, ninguém nuca vira Fred tão triste,tão sem forças igual agora, ele sempre tinhas sido feliz e ria ate mesmo nas horas mais difícil , mas ele agora estava magoado, e tinha um pensamento em sua cabeça , não queria perder mas ninguém nessa vida, primeiro a mulher, que morrera de câncer , anos depois seus filhos, e agora ele não queria ter sua tão querida e preciosa neta morta.
De longe se ouviram as freadas dos carros policias chegando ao local. As pessoas dentro da casa já começaram a ficar preocupadas da mesmo forma que seu Fred, pois..por que a necessidade de todos aqueles policiais?
- Senhor Fred Madison? – falou um homem ao longe que ia sem aproximando da casa em passadas largas – Sou o sargento Jorge Lisfer, e não tenho boas noticias.
Os policias foram entrando e alguns ficaram do lado de fora, ninguém sabia ao certo por que, mas achavam aquilo estranho, muito estranho.
- Bem senhor Madison, me conte como foi que tudo aconteceu – disse o soldado Lisfer se sentando no sofá.
- Bom sargento Lisfer, Glover nos prepare um café – pediu o velho- bom...ultimamente minha neta tem feito perguntas estranhas sobre a morte dos pais dela. Bom eu não falo por que ela é muito jovem, e isso poderia realmente mexer com a cabeça dela. Você e todos aqui sabem muito bem como ela morreu...ai ate hoje eu lembro da cara daquele assassino. Eu lembro perfeitamente como foi, naquela noite, eu havia ficado em casa para cuidar da menina que estava doente, então eu ouvi um barulho, oh meu Deus, horrível lembrar – Fred fala isso com lagrimas nos olhos – a chuva ajudou muito, eu previno, pois quando eu voltei do hospital com a menina nos braços, que eu abri a porta estava lá no chão a minha frente os dois caídos, sangrando e esfaqueados, a casa toda revirada, sangue por todo lado, vidros quebrados e muito, muito sangue sujava a casa, para mim, aquela foi a sena mas horrível para mim, ver minha filha e seu marido mortos, esfaqueados mortos dentro de casa, sob meus olhos e uma filha tão linda e inocente em meus braços, a garota não fazia idéia do estava acontecendo e... - Fred foi interrompido pelo choro –
- Não precisa dizer mais nada senhor Madison, mas eu preciso saber exatamente da menina, que horas ela saiu, para que possamos verificar, pois, o assassino dos pais dela...fugiu ontem a noite, e tememos que ele esteja por esse lado daqui, mas especificamente, na mata ao leste de sua casa... - O sargento Lisfer disse coçando a cabeça - e o caso é grave, não estaríamos todos aqui, e quando eu digo todos é por que ele realmente é muito perigoso, na ficha antecedente dele já registramos dezoito violências domesticas,seis assassinatos,incluindo a de sua filha e seu genro, doze estupros e tememos que se ele cruzar com sua neta, ela não pensaria duas vezes, mataria ela, mesmo que fosse aos poucos,só para ver ela sofrer ele mataria,
As palavras do policial caiu como um prédio de 50 andares em ima da sua cabeça, o assassino de sua filha havia fugido e agora poderia a qualquer momento encontrar sua neta?

quarta-feira, 19 de maio de 2010

(continuação)
- Ai, estou muito cansada e não agüento mais andar. A...ali tem uma arvore enorme,acho que vou me deitar nela e esperar ate dar cinco horas da tarde,nem deve estar muito tarde assim,nas matas por causa das folhas e arvores escurece mais cedo – dizia a menina consigo mesma.
Sophie se se encostou à imensa arvore e... dormiu.
Fred começava se preocupar com a demora da menina,e se perguntava se realmente ela havia ido a casa de Alice. Já passara as seis da tarde quando Fred resolveu enfim ligar para casa de Alice para verificar se a garota estivera ali aquela tarde. Quando o telefone foi atendido na casa de Alice uma voz de voz rouca de mulher atendeu
- Alô?! - disse a mulher
- Oi,eu sou Fred avô de Sophie,tudo bem? – indagou o velho – eu estou ligando para saber se minha neta ainda esta ai.
- Oh,sim seu Fred,tudo bem sim,mas,sinto lhe informar que Sophie não pos os pés nesta casa hoje, eu fiquei cuidando das crianças o dia todo, ele não esteve por aqui.
- Mas...ela disse que iria ate ai,para brincar o Alice...e...mas de todo jeito muito obrigado. – e desesperado desligou o telefone
Onde poderia estar Sophie a esta hora ? A noite já estava começando e ela nunca fora de fazer coisas como esta. Mas Fred ainda tinha esperanças de encontrar a neta.
Passado um tempo, senhora Glover chegou na casa de Fred.
- Oh meu Deus,como isso pode ter acontecido Fred, a garota ainda não chegou em casa?
- Não Glover, e o que mais me preocupa é que ela pode estar perdida naquela mata imensa,e voe sabe muito bem o que se esconde naquela mata. Eu temo o pior Glover,a única solução é esperar mais alguns minutos, se ela não aparecer, eu terei q informar com a policia. O clima na casa de seu Fred já começara a ficar com uma tensão preocupante, vizinhos dos arredores, e de outras fazendas próximas chegavam a casa para ver se a menina havia retornado, mas tudo o que ouviam era “nem sinal dela”
O estado já estava se tornado preocupante demais, e uma garota de apenas cinco anos, não poderia ficar sozinha, a noite , perdida por ai. As minutos só iam passando,mas minutos estes que pareciam anos de espera. Fred não quis segui o conselho de Glover,e informar a policia apenas as seta da noite, Fred segurou firmemente no telefone, e discou o numero policial
- Departamento policial boa noite!
- Boa noite, eu estou ligando da fazenda dos Madisons, aqui quem fala é Fred Madison- informou o velho - e estou preocupado com minha neta, ela saiu de casa depois do almoço e ate agora não voltou, eu gostaria,se possível, de uma unidade de busca para ver se podem encontrar minha neta.
- Bom senhor Madison, nos não podemos fazer buscas assim, eu vou mandar dois de meus homens à sua fazenda para que eles possam conversar e esclarecer os fatos do que realmente esta acontecendo.
- Oh, esta bem, estarei esperando sua unidade, mas por favor, não demorem, já estou aflito, e minha neta pode estar perdida na mata fechada, em sentido a leste da minha casa...

quarta-feira, 12 de maio de 2010

....(continuação)
- Volto logo vovô.volto logo - disse a menina segurando uma cestinha às mãos.
A menina dissera que iria na casa de sua amiga, praticamente uma vizinha, para seu avô. Mas a menina mentiu,não pegou nem se quer o caminho da casa de sua única amiga,virou-se para os fundos e saiu em disparada para dentro da mata fechada.
A mata estava clara e a menina voltaria para a casa as cinco da tarde,mas isso era o que aquela pobre criança pensava,não sabia que seu futuro mudaria completamente. Por um momento a garota sentiu um aperto no coração,mas como era muito criança não saberia decifrar o que seria aquele sentimento. As horas foram passando e menina se distanciava cada vez mais de sua casa.ela já deveria estar atravessando a floresta,apenas cantarolando uma cantigas que aprendera na escola e segui caminho.
Enquanto na fazenda da seu Fred, o velho prescindia que algo de ruim pudesse ocorrer com a garota, a noite já estava caindo,mas... Fred,achava que sua neta estaria bem e brincando na casa da amiga. Enquanto a tarde ia passando Fred ficava mais preocupado com a neta.
- Ora larga de se preocupar a toa Fred –dizia o velho consigo mesmo- Sophie esta bem brincando com Alice e as cinco da tarde ela vai estar aqui de volta comigo, tomando seu banho e vendo TV. Quando enfim chegou as cinco horas da tarde a menina já havia percorrido um bom percurso na mata fechada,na esperança de encontrar seus pais

segunda-feira, 10 de maio de 2010


FUGINDO
Sophie era muito esperta para sua idade, já sabia coisas de que ninguém poderia imaginar que ela soubesse e agora acabara de ficara sabendo que seus pais não morrem atropelados,mas ela ainda não estava satisfeita,ela queria realmente conhecer os pais,afinal ela ainda tinha essa esperança. Reencontrar os pais, nem que fosse pra ser no céu.
A manha toda a menina se comportou de uma maneira estranha, inquieta como se quisesse fazer algo mais que tinha alguma coisa impossibilitando. Depois do almoço a menina parecia um pouco mais calma mesmo assim aparentava nervosismo.
- O que lhe incomoda querida? – perguntou o avô enxugando os pratos
- Posso brincar com Alice, eu vou lá à casa dela. Posso? - disse Sophie
- Pode sim minha lindinha, mas olhe bem, cinco horas você já tem que estar de volta.
A menina saiu correndo pelo corredor ate seu quarto,lá ela ajoelhou-se na cama e orou:
- Papai do céu, peço que abençoe meu avô e que ele possa me perdoar pelo o que irei fazer hoje.Você já sentiu falta de alguém? Aposto que sim,bem eu sinto falta dos meus pais, e eu sei que eles estão vivos. Te amo muito amém.
A menina aparentando mais calma saiu de seu quarto passou pela cozinha deu um beijo e seu avô, e disse:
- Se cuida vovô,te amo muito e me perdoe por tudo.-disse a garota com uma voz meio de choro,apertou-se bem nos braços de seu avô, e saiu dando saltinho para a direção da sala, só ouviu seu avô gritando : -AS CINCO!
A garota saiu correndo depois de sair da vista de seu avô, passou pela sala e já estava ao lado de fora da casa,em um pleno gramado verde,lindo,com flores,arvores e pássaros.

...

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Olhos em fogo

Irei te perseguir... te esfolar vivo,não aliviarei sua dor,não implore por sua vida.
Eu sinto o cheiro do seu medo aflorado em sua pele. Farei um jogo mortal com sua vida,faça seu ultimo pedido. Sinto sua espinha petrificar,seus movimentos pararão e no momento certo jogarei meu Às. Seus olhos estão pegando fogo,sinto seu calor,sua respiração apressada. Quando a rosa branca enfim se murchar, e seus espinhos não mas machucarem,então será sua morte à chamando. Não tente fugir a treva tomara conta e seu mundo já não existira. A lua nova marca a
passagem para uma nova estação,e será nessa estação que te pegarei. Seus olhos pegam fogo...e eu posso sentir o calor de sua respiração...
By:André Queiroz

morte sem luar
duas gotas de sangue
como duas lágrimas
como duas almas
em queda de abismo
que se diluem na terra suja
que se desfazem na terra pútrida
que se desgarram e se perdem da vida
duas gotas de sangue que se apagam
teus dois olhos que se cerraram para sempre
morreste-me numa noite
sem alvorada

quinta-feira, 6 de maio de 2010

CONTINUAÇÃO...

- Não! Eu não permitirei que ela saiba ate ela crescer e tomar consciência de que rumo a vida dela tomou após aquilo.
Terminado de ouvir a conversa,ou a parte que mais lhe interessava saiu com naturalidade e entregou o cartão para senhora Glover.

LOGO MAIS, PARTES DO SEGUNDO CAPITULO!
CONTINUAÇÃO...

- Não! Eu não permitirei que ela saiba ate ela crescer e tomar consciência de que rumo a vida dela tomou após aquilo.
Terminado de ouvir a conversa,ou a parte que mais lhe interessava saiu com naturalidade e entregou o cartão para senhora Glover.






LOGO MAIS POSTANDO O SECUNFO CAPITULO!! AGUARDEM
- Oh,minha queria não liga para o que essas meninas dizem não. Elas não sabem nenhum pouco da verdade e então ficam inventando coisas para poderem te ofender.
- Mas é verdade que meus pais estão vivos? - disse a menina esperta .
- Ora Sophie, você não acreditar no que essas meninas dizem não é minha filha? Você é uma menina de apenas cinco anos que teve o azar de ter seus pais mor... – Fred não completou a frase – acho que já esta na hora de você dormir minha princesinha, chega de historias por hoje. O avô da menina a beijou na testa cobriu-a ate o peito,e saiu lentamente do quarto da neta de cabeça baixa,provavelmente pensando no que a neta dissera a ele aquela noite.
Como Sophie sempre foi muito curiosa, em sua cabeça a toda hora surgia coisas diferentes sobre a morte de seus pais,e ate mesmo a possibilidade de eles estarem vivos.No dia seguinte à mesa do café a menina continuou persistindo em fazer perguntas para o avô sobre os pais.
- ...mas vô , por que o senhor nunca me fala como realmente meus pais morreram?
- Senhorita Sophie Filtre,não acha que esta novinha de mais para ficar fazendo esses tipos de perguntas não? Na hora certa você saberá mas isso não acontecera tão cedo mocinha,você não esta feliz de morar com o vovô?-Perguntou o velho
- A vô eu estou alegre,mas acontece que parece que eu não estou completa sabe?
- Onde foi que a senhora aprendeu a falar assim?
- A em uns filmes da Senhora Glover.
Foi falar no nome da mulher que ela apareceu irrompendo a porta da cozinha e falando agitada como sempre. Uma velha gorda de bochechas avermelhadas,um cabelo já grisalho e com uma voz meio irritante eu diria.
- Ora,ora, foi impressão minha ou a senhorita estava falando meu nome antes de eu chegar aqui?
Sophie,deu um sorriso de orelha a orelha e correu para dar um abraço em senhora Glover.
Glover cuidava da menina quando seu Fred precisa resolver alguma coisa na cidade.
Após o caloroso abraço de Sophie, senhora Glover foi logo para o lado do bule de café e pegando uma xícara para se servir e sentar-se à mesa,fazendo assim companhia para Fred e Sophie.
- Senhora Glover?! – disse a menina –a senhora sabe como meus pais morreram?
A velha cuspiu o café longe – ORA Sophie! Mas é...claro..que e-eu sei. Mas presumo que seu avô já tenha lhe contado como foi.
- Sim,vovô me contou,mas eu acho que eles ainda podem estar vivos em qualquer lugar,a senhora não acha? – disse a garota com um ar de desapontamento
- Mas então minha querida,se você já sabe que seus pais...mo-morreram – Senhora Glover tinha dificuldade em falar a palavra – em um..grave..acidente de..carro, você não precisa saber mais nada. Bom agora eu acho que preciso ir,por que ainda tenho que costurar algumas encomendas.A velha estava indo embora quando deixou cair um cartão,mas não se deu conta disso.
- Fiquem com Deus – e saiu pela porta da cozinha,acompanhada por Fred e deixando a menina na cozinha.
Ao notar que senhora Glover havia deixado seu cartão cair Sophie o pegou e correu ate a porta falando:
- Senhora Glover a senhor... - a menina parou de repente para ouvir a conversa do avô e da senhora Glover.
- Acho que o senhor não deveria esconder mais a verdade dela, você conhece a neta que tem, a garota é esperta, mas horas menos horas ela vai acabar sabendo que os pais dela não morreram em acidente coisa nenhuma mas sim daquele jeito horrível.

quarta-feira, 5 de maio de 2010


SOPHIE

“Não tenha medo de voar,não deixe que ninguém corte suas asa,abra sua mente e desfrute o horizonte da imaginação. A imaginação não tem limites,e quando não se tem limites não a porque temer” Era o que vivia dizendo o avô de Sophie,uma menina de 5 anos,que possuía um par de lindos olhos verdes,pele clara como a neve e cabelos ruivos escorridos ate a cintura, que morava com o avô Fred, em uma fazenda afastada da cidade. Era órfã de pais,pois ambos haviam morrido em um assassinato frio e cruel,desde então a menina fora morar com o avô. Na fazenda a menina era livre pára brincar onde quisesse. Desde que ficasse sobre o olhar atento de seu avô. A menina era o principal alvo de piadas na escola onde freqüentava, pois as meninas de sua idade todas tinham pais, e ninguém entendia o porquê dela ser a única órfã. Os apelidos não eram nem um pouco agradáveis para a menina-“A solitária”, “a abandonada” e assim ia. Mas a menina nunca se deixava abater por aqueles comentários incrédulos. Afinal ela era muito feliz morando com seu avô.

-Vovô, conte-me uma historia antes de dormir?-perguntou a menina ao avô-Oh, claro Sophie, apenas espere eu terminar de arrumar essas louças, vá se deitar e me espere que já irei. Sophie fez o que seu avô lhe disse, foi se deitar e em seus braços agarrou seu livro favorito de conto de fadas KADABRA. Em seu quarto era possível ver as mais lindas bonecas, desde bonecas de pano, ate a mais linda boneca de porcelana. Quando enfim seu avô chegou a seu quarto, a menina parecia estar assustada,ou confusa, Fred não conseguia saber direito o que a neta sentia.
- O que foi minha querida que você esta assim tão tristinha?-indagou o velho
- Vovô, as meninas da minha escola dizem que eu não tenho pais e que eles não me queriam, e disseram também que eles não morreram que eles me deixaram por que eles não me amam e que eles estão vivo. – disse a menina com lagrimas nos olhos.
PRIMEIRA POSTAGEM! NOSSA QUE DIFICIL!

Bem acho que eu gostaria de começar explicando o que será esse blog.
Será um blog que terá a postagem de histórias, contos e textos , que vão de
FANTASIOSOS até
os de TERROR! Será também postado textos de amigos.
Gostaria também de agradecer aos meus AMIGOS, pois foram eles que me incentivaram a
montar o blog e postar minhas histórias. Fica aqui então um abraço especial a:
Xinxin*-* Que me ajudou na Montagem do Blog
@FeernandoDuqe*-* Meu primo que sempre lia as histórias
Marii*-* QUE EU AMO!! E me ajudou
Balla*-* Que é minha Assistente e me ajuda em TUDO
CherryCarol*-* Que me deu inspiração para escrever &
Bella*-* Que é minha DIVA ABSOLUTA

E a vocês meu MUITO OBRIGADO!! E espero que gostem do Blog